A POESIA É UMA ARMA CARREGADA DE FUTURO é um espectáculo que pensa o presente e o futuro usando a memória para que possamos não repetir processos esperando resultados diferentes.
A poesia é a ferramenta, a ‘arma’, como lhe chamou Gabriel Celaya. De Pessoa aos poetas do séc XXI, num tom que oscila entre a seriedade e o humor, a sociedade e os afectos, o amor, a consciência da finitude e ‘essa alegria que vem de estar-se vivo’, citando Jorge de Sena, viaja-se num tom íntimo e dialogante, num pensamento com poemas dentro.
Falamos de liberdade, responsabilidade, esperança e, para os que a(s) querem destruir e cavar o fosso do ódio e da polarização, temos Sophia de Mello Breyner: ‘perdoai-lhes Senhor, porque eles sabem o que fazem’. Nós, por nossa vez, e ainda com Sophia, sabemos ‘que seria possível construir um mundo justo’.
É esse o nosso ‘ofício para a reconstrução do mundo’, e a palavra a nossa arma.
direcção, dramaturgia e interpretação Pedro Lamares
direção técnica e desenho de luz Joaquim Madaíl
produção Sónia Costa
fotografia Vitorino Coragem
um projecto Casca de Noz
difusão e promoção Companhia Nacional de Espectáculos
residência artística Município da Sertã; Convento da Sertã Hotel
apoio Herdade da Malhadinha Nova
Este projecto existe no formato adaptado para o Ensino Secundário com o nome
Gabriel Celaya
